O governador Jaques Wagner admitiu, em entrevista à revista
Época desta semana, que "queria ter avançado mais na segurança", na
avaliação aos seus dois mandatos à frente do Executivo baiano. Ele diz que o
problema da violência é nacional e cobrou políticas federais para coibir a
entrada de drogas no país, responsável, segundo ele, por 75% dos homicídios no
estado. O petista comentou o crescimento na taxa de crimes contra a vida, de
24,8 por 100 mil habitantes, em 2007, para 38,5 por 100 mil, em 2012. "No
ano passado, pela primeira vez em duas décadas, houve uma inflexão na curva de
crescimento dos homicídios dolosos. Tivemos uma queda de 7,8%. Hoje, temos uma
estrutura de segurança mais profissional. Temos prêmio por desempenho policial,
contratamos 14 mil homens, a frota da PM foi renovada e os policiais tiveram um
aumento salarial de 60% acima da inflação", considerou. Apesar dos chamados
"avanços" na estrutura da Polícia Militar, Wagner reconheceu precisar
"melhorar mais", ao justificar as duas greves da PM (2012 e 2014)
enfrentadas pelo seu governo. "Há uma série de vícios na administração, e também
existem erros de relacionamento. É uma questão que depende de regulamentação
nacional. Defendo que a Polícia Militar, como linha auxiliar das Forças
Armadas, não tem direito de abandonar a população a sua própria sorte.
Portanto, não existe a figura da greve na PM. Não adianta falar que houve greve
pacífica. A greve da polícia não pode ser pacífica, porque entrega o Estado aos
bandidos", argumentou. O governador também comentou o movimento do
"Volta, Lula" até mesmo no PT e classificou a queda na popularidade
da presidente Dilma Rousseff, de quem será ... leia mais.
segunda-feira, 12 de maio de 2014
GREVE: WAGNER DIZ QUE POLÍCIA ENTREGA ESTADO AOS BANDIDOS
O governador Jaques Wagner admitiu, em entrevista à revista
Época desta semana, que "queria ter avançado mais na segurança", na
avaliação aos seus dois mandatos à frente do Executivo baiano. Ele diz que o
problema da violência é nacional e cobrou políticas federais para coibir a
entrada de drogas no país, responsável, segundo ele, por 75% dos homicídios no
estado. O petista comentou o crescimento na taxa de crimes contra a vida, de
24,8 por 100 mil habitantes, em 2007, para 38,5 por 100 mil, em 2012. "No
ano passado, pela primeira vez em duas décadas, houve uma inflexão na curva de
crescimento dos homicídios dolosos. Tivemos uma queda de 7,8%. Hoje, temos uma
estrutura de segurança mais profissional. Temos prêmio por desempenho policial,
contratamos 14 mil homens, a frota da PM foi renovada e os policiais tiveram um
aumento salarial de 60% acima da inflação", considerou. Apesar dos chamados
"avanços" na estrutura da Polícia Militar, Wagner reconheceu precisar
"melhorar mais", ao justificar as duas greves da PM (2012 e 2014)
enfrentadas pelo seu governo. "Há uma série de vícios na administração, e também
existem erros de relacionamento. É uma questão que depende de regulamentação
nacional. Defendo que a Polícia Militar, como linha auxiliar das Forças
Armadas, não tem direito de abandonar a população a sua própria sorte.
Portanto, não existe a figura da greve na PM. Não adianta falar que houve greve
pacífica. A greve da polícia não pode ser pacífica, porque entrega o Estado aos
bandidos", argumentou. O governador também comentou o movimento do
"Volta, Lula" até mesmo no PT e classificou a queda na popularidade
da presidente Dilma Rousseff, de quem será ... leia mais
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