Lançado há três anos, o recadastramento
biométrico de eleitores atingiu até agora cerca de 25% do total de brasileiros
aptos a votar. O ministro Marco Aurélio Mello, presidente do TSE (Tribunal
Superior Eleitoral), afirma que o caso de Henrique Pizolatto, que falsificou
documentos de um irmão morto que chegou a "votar" em 2008, mostra a
necessidade de se acelerar a iniciativa. Mello diz que já conversou com o
ministro José Eduardo Cardozo, da Justiça, sobre o assunto. A coleta da
impressão digital dos eleitores é feita pela Polícia Federal. (Mônica Bergamo).
sábado, 8 de fevereiro de 2014
OPERAÇÃO ANTI FRAUDE VIRA OPERAÇÃO TARTARUGA
Lançado há três anos, o recadastramento
biométrico de eleitores atingiu até agora cerca de 25% do total de brasileiros
aptos a votar. O ministro Marco Aurélio Mello, presidente do TSE (Tribunal
Superior Eleitoral), afirma que o caso de Henrique Pizolatto, que falsificou
documentos de um irmão morto que chegou a "votar" em 2008, mostra a
necessidade de se acelerar a iniciativa. Mello diz que já conversou com o
ministro José Eduardo Cardozo, da Justiça, sobre o assunto. A coleta da
impressão digital dos eleitores é feita pela Polícia Federal. (Mônica Bergamo)
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