Sob aplausos de manifestantes, a Comissão de Constituição e Justiça do
Senado rejeitou, na tarde desta quarta-feira (19), proposta que permite a
redução, em determinadas circunstâncias, da maioridade penal para 16 anos. Por
11 votos a oito, os senadores recusaram a proposta do líder do PSDB no Senado,
Aloysio Nunes Ferreira (SP). O texto do tucano previa a redução da maioridade
penal para 16 anos nos casos em que o menor de idade tivesse cometido crimes
hediondos, tráfico de drogas com uso de violência ou reincidência em crimes
violentos. A proposta foi colocada em pauta pelo presidente da CCJ, senador
Vital do Rêgo (PMDB-PB), que tem estado insatisfeito com a presidente Dilma
Rousseff por ter sido preterido na reforma ministerial. O Palácio do Planalto é
contra qualquer mudança na maioridade penal, mesmo ciente do risco eleitoral
para Dilma. Pesquisas têm indicado uma maioria da população favorável à
mudança. O debate na CCJ foi acalorado. Logo no início da sua exposição, o
líder tucano foi chamado de "fascista" por um manifestante, Gustavo
Belisário, que foi retirado da sala pela segurança da Casa..
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
REJEITADA ONTEM (19)A PROPOSTA DE MAIORIDADE PENAL
Sob aplausos de manifestantes, a Comissão de Constituição e Justiça do
Senado rejeitou, na tarde desta quarta-feira (19), proposta que permite a
redução, em determinadas circunstâncias, da maioridade penal para 16 anos. Por
11 votos a oito, os senadores recusaram a proposta do líder do PSDB no Senado,
Aloysio Nunes Ferreira (SP). O texto do tucano previa a redução da maioridade
penal para 16 anos nos casos em que o menor de idade tivesse cometido crimes
hediondos, tráfico de drogas com uso de violência ou reincidência em crimes
violentos. A proposta foi colocada em pauta pelo presidente da CCJ, senador
Vital do Rêgo (PMDB-PB), que tem estado insatisfeito com a presidente Dilma
Rousseff por ter sido preterido na reforma ministerial. O Palácio do Planalto é
contra qualquer mudança na maioridade penal, mesmo ciente do risco eleitoral
para Dilma. Pesquisas têm indicado uma maioria da população favorável à
mudança. O debate na CCJ foi acalorado. Logo no início da sua exposição, o
líder tucano foi chamado de "fascista" por um manifestante, Gustavo
Belisário, que foi retirado da sala pela segurança da Casa.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário