O vice-prefeito de Terra Nova, Humberto Teixeira de Sena
Filho, que assumiu o cargo após a cassação do Francisco Hélio de Souza (PMDB),
conhecido como "Jajá", bem que tentou, mas o Tribunal Superior
Eleitoral (TSE) julgou improcedente o recurso que poderia mantê-lo no cargo.
Filho também perde os direitos políticos, assim como Jajá. Na época, o Tribunal
Regional Eleitoral (TRE-BA) estendeu a cassação do diploma para o
vice-prefeito. A corte entendeu que dada a unicidade da chapa, os efeitos
valeriam para toda a coligação, que compunha os partidos PRB, PP, PT, PTB,
PMDB, PR, DEM, PRTB, PHS, PV e PCdoB. Jajá foi acusado pela Procuradoria
Regional Eleitoral de contratar serviços sem realização de concurso público.
Ele já foi condenado por improbidade administrativa pelo TJ-BA em setembro de
2012, quando teve o registro de candidatura deferido pela Justiça Eleitoral.
Com a decisão, a adversária no pleito, Marineide Pereira Soares, entrou com
embargos de declaração, sendo acolhidos. O órgão determina a realização de
novas eleições no município já que Francisco Hélio foi eleito com 4.148 votos,
ou seja, mais de 50% dos votos válidos - anulados por conta da cassação do seu
diploma, porém a data ainda não foi definida..
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
PREFEITO É CASSADO POR IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA
O vice-prefeito de Terra Nova, Humberto Teixeira de Sena
Filho, que assumiu o cargo após a cassação do Francisco Hélio de Souza (PMDB),
conhecido como "Jajá", bem que tentou, mas o Tribunal Superior
Eleitoral (TSE) julgou improcedente o recurso que poderia mantê-lo no cargo.
Filho também perde os direitos políticos, assim como Jajá. Na época, o Tribunal
Regional Eleitoral (TRE-BA) estendeu a cassação do diploma para o
vice-prefeito. A corte entendeu que dada a unicidade da chapa, os efeitos
valeriam para toda a coligação, que compunha os partidos PRB, PP, PT, PTB,
PMDB, PR, DEM, PRTB, PHS, PV e PCdoB. Jajá foi acusado pela Procuradoria
Regional Eleitoral de contratar serviços sem realização de concurso público.
Ele já foi condenado por improbidade administrativa pelo TJ-BA em setembro de
2012, quando teve o registro de candidatura deferido pela Justiça Eleitoral.
Com a decisão, a adversária no pleito, Marineide Pereira Soares, entrou com
embargos de declaração, sendo acolhidos. O órgão determina a realização de
novas eleições no município já que Francisco Hélio foi eleito com 4.148 votos,
ou seja, mais de 50% dos votos válidos - anulados por conta da cassação do seu
diploma, porém a data ainda não foi definida.
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