As despesas do governo apresentaram aumento real de 6,6% no primeiro
semestre, em relação ao mesmo período de 2012. Os desembolsos romperam a
barreira do trilhão, atingindo R$ 1,01 trilhão. É o que mostra
levantamento realizado pela organização não-governamental Contas Abertas
com dados do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siati). A
evolução das despesas mostra que o governo terá dificuldade em
concretizar o corte de R$ 10 bilhões a R$ 15 bilhões, cujo anúncio é
prometido para esta semana, da forma como foi encomendado. A ordem é
preservar investimentos e programas sociais e apontar a tesoura para
gastos de custeio da máquina pública. O que se vê na prática que os
investimentos estão estagnados, enquanto as demais despesas sobem. Os
gastos com investimento somaram R$ 20,5 bilhões no primeiro semestre
deste ano, contra R$ 20,3 bilhões em igual período de 2012, um avanço de
apenas 1% acima da inflação. Em comparação com 2010, o ano do "pibão"
de 7,5%, os investimentos estão 12,7% menores, em termos reais. "É um
desempenho pífío", comentou o secretário-geral da Contas Abertas, Gil
Castello Branco..
segunda-feira, 15 de julho de 2013
GASTANÇA DO GOVERNO SOBE E CHEGA A 1 TRILHÃO
As despesas do governo apresentaram aumento real de 6,6% no primeiro
semestre, em relação ao mesmo período de 2012. Os desembolsos romperam a
barreira do trilhão, atingindo R$ 1,01 trilhão. É o que mostra
levantamento realizado pela organização não-governamental Contas Abertas
com dados do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siati). A
evolução das despesas mostra que o governo terá dificuldade em
concretizar o corte de R$ 10 bilhões a R$ 15 bilhões, cujo anúncio é
prometido para esta semana, da forma como foi encomendado. A ordem é
preservar investimentos e programas sociais e apontar a tesoura para
gastos de custeio da máquina pública. O que se vê na prática que os
investimentos estão estagnados, enquanto as demais despesas sobem. Os
gastos com investimento somaram R$ 20,5 bilhões no primeiro semestre
deste ano, contra R$ 20,3 bilhões em igual período de 2012, um avanço de
apenas 1% acima da inflação. Em comparação com 2010, o ano do "pibão"
de 7,5%, os investimentos estão 12,7% menores, em termos reais. "É um
desempenho pífío", comentou o secretário-geral da Contas Abertas, Gil
Castello Branco.
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